Descrição
O apartamento nº 508, situado no quinto pavimento, na ala posterior do sub-bloco 2 para quem olha da Rua, lotado pelo nº 987 da rua Domingos Veríssimo, situado na ala posterior e à esquerda da porta de entrada do bloco, o primeiro imediatamente à direita de quem se encontra no corredor, constituído de sala, circulação, cozinha, área de serviço, banheiro e dois dormitórios, com a área real privativa de 53,865m², área real de condomínio de 10,158m², perfazendo a área real total de 64,023m², correspondendo-lhe, ainda, uma fração ideal de 0,005928 no terreno e nas coisas de uso comum. O citado edifício foi construído sobre um terreno com as seguintes confrontações: na rua Domingos Veríssimo, onde faz frente, ao Sudoeste, na extensão de 71,40m, seguindo na direção Nordeste, com 40m e, na direção Leste, com 10,60m; recuando na direção Sudoeste, com a medida de 13,40m e, avançando na direção Leste, com 16,20m, onde entesta com propriedade que é ou foi de Gastão Rieger; seguindo na direção Nordeste, na extensão de 51m onde entesta com propriedade que pertenceu ou ainda pertence a Claudio Albertoni; indo na direção Noroeste por 3,15m, seguindo novamente na direção Noroeste, com 14,05m, onde entesta com imóvel pertencente a Walter Weber; rumando na direção Noroeste, na extensão de 50,75m, onde entesta com a Escola Normal Professor Annes Dias; seguindo em direção Sudoeste, pela extensão de 90m e, na direção Noroeste à Oeste, por 24,65m, onde entesta com propriedade de Danilo A. Gossling; seguindo em direção Oeste-Sudoeste, por 24,05m, quebrando em direção Sudeste, por 11,90m e, finalmente, em direção Sudoeste, ate´ atingir a Rua Domingos Veríssimo, com a extensão de 40,65m, onde entesta com propriedade que é ou foi de João R. Osório; situado no Município de Cruz Alta, neste Estado, zona urbana do distrito da cidade, no quarteirão formado pelas ruas Domingos Veríssimo, Mariz e Barros, Mal. Deodoro e Lúcio Anes Dias. Mat. 12.309. R$ 150.000,00; Ônus: Penhora também para Ilda de Fátima da Silva Maldaner, processo 015580025.2005.5.04.0611; Estado do Rio Grande do Sul, processo nº 011/1.0.0001705-6; Município de Santa Rosa/RS, processo nº 5007062-79.2021.8.21.0011 e 5001569-29.2018.8.21.0011; Proc. 5000018-05.2004.8.21.0011. Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A – Banrisul X Espólio Manoela Ajalla Paz.
Perguntas frequentes
Como funciona a compra deste apartamento em leilão?
O imóvel é arrematado por quem der o maior lance, respeitado o lance mínimo do edital. Leia sempre o edital e a matrícula antes de dar lance: eles trazem as regras, os prazos, as dívidas que acompanham o imóvel e a situação de posse.
Qual é o lance mínimo deste imóvel?
O lance mínimo é de R$ 150.000,00. É o menor valor aceito para arrematar; o valor final pode subir conforme os lances.
Quando será o leilão deste imóvel?
1º leilão em 29/09/2026, 2º leilão em 06/10/2026. Confirme sempre as datas no edital oficial, pois podem ser adiadas ou suspensas.
Quais custos existem além do valor do lance?
Além do lance, o arrematante costuma pagar comissão do leiloeiro (em geral 5%), ITBI, custas de registro e, dependendo do edital, IPTU e condomínio atrasados e a desocupação. Some tudo antes de definir seu lance máximo.
O imóvel pode estar ocupado?
Pode. O imóvel de leilão pode estar ocupado pelo antigo proprietário, por inquilino ou por terceiros. Quem ocupa muda o prazo e o custo da desocupação — verifique a situação de posse no edital antes de arrematar.