Este é um apartamento de 43,97 m², localizado no Bloco B-6 do Conjunto Habitacional Continente, em Florianópolis/SC, que será leiloado judicialmente. A matrícula do imóvel revela três penhoras registradas pelo próprio condomínio, indicando dívidas condominiais significativas, mas também mostra que o usufruto anterior foi cancelado. O edital informa que a venda é no estado atual e ‘ad corpus’, e que os créditos propter rem (como condomínio) serão sub-rogados no preço da arrematação. O principal risco é a ocupação desconhecida e a possibilidade de o condomínio cobrar saldos remanescentes, enquanto o ponto positivo é que não há outros gravames e o usufruto já foi extinto. O leilão tem lance mínimo de 60% da avaliação, o que pode representar oportunidade, mas exige cautela quanto aos débitos e à situação de posse.
Esta é uma leitura automática preliminar, gratuita. O laudo completo da Veredika detalha o impacto financeiro/jurídico de cada ponto e traz uma recomendação de lance.
Ver o laudo completo da Veredika →O imóvel é arrematado por quem der o maior lance, respeitado o lance mínimo do edital. Leia sempre o edital e a matrícula antes de dar lance: eles trazem as regras, os prazos, as dívidas que acompanham o imóvel e a situação de posse.
Além do lance, o arrematante costuma pagar comissão do leiloeiro (em geral 5%), ITBI, custas de registro e, dependendo do edital, IPTU e condomínio atrasados e a desocupação. Some tudo antes de definir seu lance máximo.
Pode. O imóvel de leilão pode estar ocupado pelo antigo proprietário, por inquilino ou por terceiros. Quem ocupa muda o prazo e o custo da desocupação — verifique a situação de posse no edital antes de arrematar.
📖 Guia: como analisar o edital e a matrícula antes de arrematar · Quanto custa arrematar
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