Resposta curta: Pode valer muito a pena: é comum encontrar imóveis com 30% a 60% abaixo do valor de mercado. Em troca, exige diligência: leia o edital e a matrícula, verifique se o imóvel está ocupado, some os custos além do lance (comissão, ITBI, registro e dívidas) e confirme as datas das praças. Os principais riscos são ocupação, dívidas que acompanham o imóvel e eventuais discussões judiciais — todos verificáveis antes de dar o lance.
Vale a pena quando o desconto compensa o trabalho. É comum encontrar imóveis com 30% a 60% abaixo do valor de mercado. Mas leilão não é aposta: é uma compra com risco conhecível, e quase todo prejuízo vem de algo que estava escrito no edital ou na matrícula e não foi lido.
Antes de tudo, entenda que o risco muda conforme o tipo de leilão. Não existe um só rito:
Os riscos principais, todos verificáveis antes do lance:
Some ao lance a comissão do leiloeiro (em geral 5%), ITBI, registro, débitos atribuídos ao arrematante, desocupação e reforma.
Antes do lance, confira no edital as datas e valores das praças, quem responde pelos débitos e pela desocupação, o prazo de pagamento; e na matrícula atualizada, quem é o proprietário e quais ônus pesam sobre o bem.
Conteúdo informativo, não é parecer jurídico: a regra aplicável depende do edital e do processo de cada imóvel.
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